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PCDF deflagra segunda fase da Operação Sentinela

Na primeira fase da operação, deflagrada no dia 4 de maio, foram presos cinco funcionários terceirizados, do banco

A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Coordenação de Repressão a Crimes Patrimoniais (Corpatri), deflagrou, nesta segunda-feira (25), a segunda fase da “Operação Sentinela”. A ação resultou na prisão de pessoas envolvidas em ataques a cofres de uma instituição bancária. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão.

Na primeira fase da operação, deflagrada no dia 4 de maio, foram presos cinco funcionários terceirizados, do banco, que desabilitavam sistemas de alarme e facilitavam ataques a cofres em todo o país.

As investigações indicaram que esses funcionários foram recrutados por um empresário de Águas Claras, que planejava e dividia as tarefas dos integrantes da organização criminosa. Ele também recrutou uma equipe de Joinville/SC, responsável pela abertura dos cofres. Apurou-se que o empresário era o líder da organização criminosa e lavava dinheiro através de empresas registradas em nome de “laranjas”.  

Entre os estabelecimentos utilizados para lavar o dinheiro dos ataques a banco está um lava jato localizado em Águas Claras. A empresa, que é do investigado, está registrada no nome de um funcionário. Os policiais prenderam o filho do envolvido, três “laranjas” que cediam os nomes para o registro de empresas, um arrombador de cofres e apreenderam veículos. O empresário segue foragido.  

As prisões ocorreram em Águas Claras e Taguatinga. O arrombador foi preso em Joinville, na última sexta-feira. Ele estava na posse de uma pistola com a numeração raspada, que foi apreendida.


O líder do grupo escolhia as agências, datas dos ataques e dividia as tarefas. Ele transmitia as ordens ao braço tecnológico da organização, composto por funcionários terceirizados do banco, e aos arrombadores, que eram de Joinville.  

A segunda fase da operação contou com a participação da Divisão de Operações Especiais (DOE) e o apoio do Grupo Antirroubo a Banco (GAB) da Polícia Civil de Goiás (PCGO), que também participou das buscas e prisões.

Com informações sa Assessoria de Comunicação/DGPC

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