Assassinas de Rhuan foram condenadas por morte do menino nesta quarta-feira

Após a tentativa de incineração, as mulheres cortaram o corpo do menino em pedaços e colocaram dentro de malas e mochila

Nesta quarta-feira (25), Rosana Auri da Silva Cândido (mãe) e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa (companheira), foram condenadas pelo assassinato do menino Rhuan Maycon da Silva Castro (9). O Correio Brasiliense teve acesso aos detalhes do crime, o menino foi castrado, esfaqueado 11 vezes, decapitado ainda vivo, incinerado em uma churrasqueira e depois colocado dentro de uma mala, a barbaridade foi cometida na frente da irmã mais nova de Rhuan.

Após a tentativa de incineração, as mulheres cortaram o corpo do menino em pedaços e colocaram dentro de malas e mochilas para jogar em um bueiro próximo, um adolescente que passou pelo local suspeitou da cena, quando abriu uma das mochilas acionou a policia imediatamente, as duas foram pressas em flagrante e confessaram o crime na delegacia. A mãe do menino quando questionada pelo delegado, afirmou que não comeu a carne de Rhuan, mas que “o cheiro estava bom”.

O juiz Fabrício Catagna Lunardi, do tribunal de júri de samambaia, afirma que o crime foi premeditado e que Rosana é um perigo para a sociedade e familiares, “totalmente desajustada, pois, de acordo com a prova testemunhal, trata-se de pessoa de difícil convivência na sociedade, que, além disso, nutre um sentimento de aversão e de indiferença para com os membros de sua própria família, o que evidencia o desprezo por regras éticas e pelos parâmetros sociais de comportamento.”

Nenhuma das duas chegaram a demonstrar arrependimento ou remorso, afirmou o Juiz, “A ré [Rosana] não demonstrou arrependimento, remorso ou empatia com a vítima, o que evidencia um desvio de personalidade que deve ser valorado negativamente”.

 

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