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claudio Campos/2CNews

CLDF exclui ex-deputados do Fascal, afirma Rafael Prudente

A Mesa Diretora da Câmara Legislativa, vai excluir a participação de ex-deputados distritais do Plano de Saúde da Casa.

Rafael Prudente assegurou que “a atual gestão tem sido marcada pela transparência, pela legalidade e pela contenção de despesas e que nada é votado as escondidas na Câmara Legislativa”.

O parlamentar salientou que a proposta do plano de saúde foi aprovada dentro da legalidade na terça-feira (19) com o voto da maioria dos deputados e que todos os parlamentares sabiam o que estavam votando.

“Não houve nenhum tipo de manobra como foi publicado por aí e nem eu tenho a capacidade para enganar 23 deputados”, enfatizou.

“Aqui nada é definitivo e decisões tomadas podem ser refeitas”, reiterou ao afirmar que na reunião remota da próxima terça-feira (26) o plenário vai excluir ex-deputados de fazer parte do Fascal, o Fundo de Assistência à Saúde da CLDF.

Prudente explicou que a mudança, se deve a um equívoco na compreensão da opinião pública e que a resolução 40, aprovada na última sessão, sofrerá alterações vetando a possibilidade de ex-distritais terem direito ao plano de saúde.

O deputado Rodrigo Delmasso, Vice-Presidência da Câmara Legislativa, que comanda o órgão que administra o Fundo de Assistência a Saúde, disse que o Fascal tinha um deficit de mais de 20 milhões de reais por ano, prejuízo que a Câmara tinha que cobrir.

O deputado afirmou ainda que a nova formatação feita sobre o Fascal a Câmara deixará de aportar recursos financeiros como vinha ocorrendo há anos.

Segundo Delmasso, a economia que vem sendo feita está possibilitando a Casa devolver recursos públicos aos cofres do GDF como os R$60 milhões empregados na compra de respiradores e outros equipamentos para o combate ao coronavírus.

Rodrigo Delmasso explicou que pela primeira vez na história do Fascal o plano de saúde fechou o ano com um superavit de mais de R$3 milhões de reais.

“O plano não deu prejuízo e a Câmara não tirou dinheiro do cofre para cobrir rombo”, disse.

Delmasso defendeu que a proposta seja debatida entre os deputados e setores da sociedade civil além dos órgãos de fiscalização e controle do DF.

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