De acordo com Ibaneis Rocha, as aulas da rede pública de ensino voltam em março

As aulas nas escolas do DF estão suspensas desde 12 de março de 2020, por conta da pandemia de covid-19

Nesta quinta-feira (18), o governador Ibaneis Rocha (MDB) afirmou que as aulas na rede pública de ensino voltam no dia 8 de março. As aulas nas escolas do DF estão suspensas desde 12 de março de 2020, em razão da pandemia do novo coronavírus. Por esse motivo os estudantes passaram a receber conteúdo escolar no ensino mediado por tecnologia e por apostilas. 

Informações dadas à coluna Grande Angular, o governador do Distrito Federal disse que mesmo sem vacinação contra a covid-19, as aulas em instituições privadas foram retomadas no ano passado, sendo assim a rede pública não pode continuar sendo prejudicada. “As escolas particulares retornaram sem vacina. Por que a rede pública tem de ser prejudicada?” perguntou o governador.

A notícia não foi bem recebida pelo Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), que reivindica a imunização dos trabalhadores antes da volta às salas de aula. A diretora do Sinpro-DF, Rosilene Corrêa, afirma que países e estados que optaram pela volta às aulas, estão precisando recuar na decisão.

“Da nossa parte, não há menor acordo para retorno sem a vacina. Temos exemplos reais de países e estados que optaram pelo retorno presencial sem imunização e estão tendo de recuar porque, comprovadamente, houve aumento imenso de número de infectados”, pontuou a diretora.

Vacinação

O DF começou a vacinar a população contra a Covid-19 em 19 de janeiro. Na primeira etapa de vacinação estão: idosos com 79 anos ou mais, trabalhadores da rede pública de saúde, profissionais dos hospitais privados, pessoas com deficiência e idosos com mais de 60 anos que moram em instituições, povos indígenas aldeados, pacientes em home care, entre outros grupos específicos.

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou que os professores e agentes de segurança entraram na quarta fase da primeira etapa do plano de vacinação. Em relação ao planejamento, o DF está na primeira fase e os educadores não têm previsão de quando receberão as doses.

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