Dilma pede indenização por ter sido demitida em 1977 ao exercer cargo de estagiária

Além da indenização de R$6,44 mi, a ex-presidente quer R$10.735 mensal

A ex-presidente cassada Dilma Rousseff quer receber uma indenização de R$ 6,44 mi por ter sido “pressionada verbalmente” a se demitir do cargo que exercia como estagiária e assistente técnica em 1977, na Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul.

Ela quer da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça “reparação” e que o país a sustente com o valor mensal de R$ 10.735.

Outras indenizações

A ex-presidente já havia sido indenizada antes. Ela diz ter sido “perseguida” em quatro estados: Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em 1990, Dilma foi “reintegrada” pelo governo do Rio Grande do Sul na FEE-RS a contar desde 1975 até a demissão a pedido em 2016.

A pensão exigida por Dilma será decisão de Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.

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