GDF investirá 6 mi na reforma da Feira Central de Santa Maria

A renovação das feiras permanentes é uma das propostas da gestão do governador Ibaneis Rocha

Por meio de um projeto da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a Feira Central de Santa Maria vai passar por uma obra de reconstrução dos boxes, reforma dos pisos, além de remodelamento e organização do espaço. A renovação das feiras permanentes é uma das propostas da gestão do governador Ibaneis Rocha.

A área de 7.244 metros quadrados vai contar com 122 boxes, com metragens que variam entre 11,40 metros quadrados, 23,52 e 47,77 metros quadrados.

Eles serão distribuídos por setores, de acordo com o serviço ou tipo de produto comercializado. “A composição dos 122 boxes foi inspirada na arquitetura popular, com variação dos pés-direitos em três alturas distintas, remetendo-se a ruelas”, conta a assessora da Diretoria de Edificações da Novacap, Manuela Rodrigues de Almeida.

Praça de alimentação

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A reorganização do espaço prevê ainda uma praça de alimentação, um palco exclusivo para eventos culturais, uma brinquedoteca, uma área de descanso e a disposição de serviços públicos – como uma agência do Na Hora e conveniência do Banco de Brasília (BRB) – e privados – caixas eletrônicos e lotérica. Duas áreas de concentração de banheiros, separados por gênero e adaptados para pessoas com deficiência, também estão projetadas para evitar a necessidade de grandes deslocamentos pelos frequentadores.

A estimativa de investimento é de R$ 6 mi em uma obra que vai beneficiar cerca de 400 feirantes e trabalhadores e milhares de moradores de Santa Maria e região.

Jorge Alexandre da Silva (67) acompanhou por 27 anos o desenvolvimento do espaço. Atual presidente da Associação de Feirantes e Empreendedores da Feira Central de Santa maria, o feirante se diz animado com o resgate.  “Eu, que estou no ramo há quase três décadas, aposto nessa obra para trazer de volta o conceito da feira, impulsionando o meu e outros negócios que temos por aqui”.

Administradora regional de Santa Maria, Marileide Romão lamenta que a falta de infraestrutura tenha fechado metade dos boxes e desvirtuado o propósito do espaço. “Hoje temos só o nome de feira. Com a reforma, teremos um espaço que vai trazer retorno para os feirantes e opções de serviços para os moradores”, aposta a administradora.

Com informação da Agência Brasília

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