Goiás lidera geração de empregos no Centro-Oeste

Dados divulgados nesta quarta-feira (23/12) pelo Caged indicam saldo de 28.200 novas vagas com carteira assinada no Estado entre janeiro e novembro e 6.413 em novembro. Números colocam Estado na sexta posição nacional

A recuperação de vários setores da economia com a retomada de contratações continua em Goiás. É o que revelam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do Ministério da Economia, divulgados nesta quarta-feira (23/12). O Estado apresentou em novembro saldo positivo de 6.413 novos empregos, resultado do total de admissões e desligamento do período.

Os números do Caged indicam que Goiás está em primeiro lugar na Região Centro-Oeste do Brasil na geração de empregos, tanto nos dados do mês de novembro quanto no acumulado de janeiro a novembro de 2020.

Pelas redes sociais o governador Ronaldo Caiado comemorou o resultado. “Mesmo com a pandemia somos destaque pela quinta vez consecutiva na geração de emprego e renda no Centro-Oeste.” Segundo Caiado, “tudo isso se deve a uma gestão séria e comprometida, onde todos os órgãos se mobilizam e trabalham em equipe para dar melhores condições ao povo goiano”. E completou: “Seguimos investindo no nosso Estado, sem medir esforços para devolver Goiás a cada cidadão que vive aqui”.

Segundo o Caged, no acumulado do ano (janeiro a novembro), Goiás apresentou saldo de 28.200 empregos, ficando à frente de Mato Grosso (26.311), Mato Grosso do Sul (16.511) e Distrito Federal (-10.222).

Com os números registrados em novembro, o Estado recupera os empregos perdidos nos meses mais críticos da pandemia – março, abril e maio –, quando sofreu queda de 30.211 vagas. Somente a soma dos saldos positivos alcançados nos meses de junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro atinge a marca de 28.200 empregos, número que coloca Goiás na sexta posição nacional, ficando atrás de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pará e Minas Gerais.

O saldo de 6.413 empregos em novembro é o resultado de 48.685 admissões contra 42.272 desligamentos. No Brasil, esse índice total em novembro também é positivo: de 414.556 novas vagas de trabalho. Em 2019, nesse mesmo período, o saldo era de 99.232.

Ainda conforme aponta o Caged, a indústria de Goiás segue puxando a recuperação da economia e gerando emprego. Os dados mostram no painel por setores da economia que o setor industrial produziu um saldo de 11.258 postos de trabalho entre janeiro e novembro.

Na segunda posição por setor aparece a construção civil, com 9.190 vagas de empregos criadas nesse período, seguida pela agropecuária, com 3.760 novas vagas. Os setores de comércio e de serviços finalmente apresentaram dados positivos, 3.537 e 455, respectivamente.

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços do Governo de Goiás, Adonídio Neto, disse que chega neste final de ano com a certeza de que os números são reflexo direto das ações do Governo de Goiás na ajuda às empresas e indústrias. “Estamos no caminho certo para deixar essa crise para trás como um momento triste para nossa economia, que está se recuperando pela força de trabalho da população goiana”, frisou o secretário.

Adonídio também acredita que o mês de dezembro virá com números positivos no processo de geração de empregos com carteira assinada.

Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços do Governo de Goiás

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