Governo abre novos leitos de UTI no hospital de Ceilândia e Samambaia

Ao todo estão sendo abertos 27 leitos no Hospital de Ceilândia e Samambaia. O governo pretende mobilizar, nos próximos dias, até 90 suportes avançados de atendimento à infectados com o coronavírus

Nesta segunda-feira (1), o Governo do Distrito Federal está trabalhando para abrir 20 leitos de UTIs, destinados a pacientes com covid, no Hospital Regional de Ceilândia. A ação faz parte do Plano de Mobilização de Leitos para pacientes com suspeita ou confirmação da doença. Na semana que vem está prevista a abertura de mais 90 leitos espalhados pelos hospitais da capital.

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Além do Hospital de Campanha de Ceilândia, no Hospital Regional de Santa Maria serão abertos mais 40 leitos, caso seja necessário. No Hospital Regional de Samambaia (Hrsam), uma nova ala está sendo aberta com sete leitos. Ao todo, o hospital de Samambaia terá 27 leitos voltados para Covid-19.

A ação é importante, mas não é suficiente para frear a disseminação do vírus na capital, pensando nisso que o governador Ibaneis Rocha (MDB) decretou o lockdown de 15 dias no DF, a contar de domingo (28).

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Taxa de ocupação

A taxa de ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para tratamento de pacientes com a Covid-19 chegou a 97,46% no domingo (28). Monitoramento da Secretaria de Saúde, divulgado às 12h10, mostrou que restavam apenas cinco vagas na rede pública.

Ao todo, a rede pública de saúde do Distrito Federal tem 206 leitos de UTI para tratar pacientes com o novo coronavírus. Desses, 192 estão ocupados e cinco bloqueados.

Decreto

O decreto nº 41.841, proíbe o funcionamento de eventos de qualquer natureza, cinemas, teatros, atividades educacionais, academias, clubes, boates, shoppings, salões de beleza e barbearias, quiosques e comércio ambulante.

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Só podem abrir as portas os serviços essenciais como supermercados, farmácias, lojas conveniência, clínicas veterinárias, cultos e missas de qualquer religião, e alguns estabelecimentos que não se enquadram como essenciais, entre eles a cadeia de serviços automotivos e bancas de jornais.

Os estabelecimentos que se mantiverem abertos devem seguir os protocolos de segurança.

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