Governo estuda prorrogar auxílio emergencial

Possibilidade de segunda onda de Covid-19 faz com que Bolsonaro estude prorrogar auxílio emergencial de R$ 300

O auxilio emergencial foi criado em abril deste ano, com o objetivo de ajudar a população mais necessitada durante o período da crise causada pelo novo coronavírus, em virtude do distanciamento social.  

Seriam pagas apenas três parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200 para mães chefes de família. Depois, o auxilio foi prorrogado, passando assim para cinco parcelas. O governo prorrogou o beneficio para mais quatro parcelas, com o valor reduzido para R$ 300 ou R$ 600. A penúltima parcela do benefício será paga este mês.

Agora com a possibilidade de uma segunda onda de contágio da covid-19, o governo estuda prorrogar o beneficio novamente. A oposição no Senado concorda com a medida e quer que o auxílio continue sendo pago independente da segunda onda de contágio, mas pelo fato da crise social que o país está vivendo. “Estamos agora enfrentando a inflação, especialmente no preço dos alimentos, estamos enfrentando o desemprego e a fome. O auxílio emergencial é algo extremamente necessário para minimizar esse sofrimento da população”, afirma o senador Humberto Costa (PT).

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Preocupado com a alta de desemprego que o país vem vivendo, o presidente Jair Bolsonaro orientou ao seu ministro da Economia, Paulo Guedes, a conseguir recursos para prorrogar o auxílio emergencial de R$300. “Se houver uma segunda onda, não é uma possibilidade, é uma certeza [que o governo vai pagar novamente auxílio emergencial]”, disse Paulo Guedes, no evento do Dia Nacional do Supermercado. Mas para o ministro da Economia a probabilidade de uma nova onda é “baixa”.

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