PIB cresce 1,2% no 1º trimestre e volta ao patamar pré-pandemia

Com o resultado do primeiro trimestre, o PIB voltou ao patamar do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia, mas ainda está 3,1% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica 

Segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no 1º trimestre de 2021, na comparação com os três meses anteriores. Os números do IBGE confirmaram que a economia brasileira iniciou o ano em expansão, mas com desaceleração no ritmo de recuperação, após avanço de 3,2% no 4ª trimestre de 2020.

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Com esse resultado, o PIB voltou ao patamar do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia, mas ainda está 3,1% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica do país, alcançando no primeiro trimestre de 2014.

Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB apresentou crescimento de 1%.

Em 2020, o PIB brasileiro registrou queda de 4,1 na comparação com o ano anterior, o maior recuo anual da séria iniciada em 1996, interrompendo uma sequência de três anos de crescimento.

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A expansão da economia brasileira veio dos resultados positivos na agropecuária (5,7%), na indústria (0,7%) e nos serviços (0,4%).

“Mesmo com a segunda onda da pandemia de covid-19, o PIB cresceu no primeiro trimestre, já que, diferente do ano passado, não houve tantas restrições que impediram o funcionamento das atividades econômicas no país”, afirma Rebeca Palis, coordenadora de contas Nacionais do IBGE.

Agropecuária e indústria

Na agropecuária a alta foi puxada pela melhora na produtividade e no desempenho de alguns produtos, sobretudo, a soja.

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Já na atividade industrial, o avanço veio das indústrias extrativas (3,2%). Também cresceram a construção (2,1%) e a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (0,9%). O único resultado negativo foi das indústrias de transformação (-0,5%).

Principais destaques do PIB no 1º trimestre

Serviços: 0,4%

Indústria: 0,7%

Agropecuária: 5,7%

Consumo das famílias: -0,1%

Consumo do governo: -0,8%

Investimentos: 4,6%

Exportação: 3,7%

Importação: 11,6%

Construção civil: 2,1%

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