Programa Renda Cidadã é descartado pelo governo

Governo descarta a ideia do novo programa Renda Cidadã e amplia Bolsa Família para 3 milhões de pessoas

Após conversa entre o ministro da economia, Paulo Guedes, Eduardo Ramos da secretária do governo e o presidente Jair Bolsonaro, programa Renda Cidadã será deixado de lado e Bolsa Família irá abranger mais pessoas. Dos 67 milhões de cidadãos que recebem o auxílio emergencial, apenas 3 milhões serão incluídos no bolsa família, o orçamento de R$300 pago pelo auxílio caíra para R$190.

Para que o programa pudesse ser aceito era necessário que o governo cortasse gastos de outros programas. No domingo (29) Jair Bolsonaro afirmou que é “cartão vermelho” para qualquer um que volte a comentar do Renda Cidadã.

A decisão de ampliar a bolsa família é de não deixar pessoas que recebem o auxílio emergencial sem nenhuma fonte de renda, uma vez que o auxílio emergencial será encerrado ao final de dezembro, sem esperanças de volta, o presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirma que não há possibilidade de renovação, “O que tínhamos para gastar de forma urgente, já foi gasto”.

De agora em diante apenas medidas de cortes de despesas serão tomadas, o encarregado é o senador Márcio Bittar (MDB-A) de apresentar esse relatório, com a introdução de gatilhos no serviço público para reduzir gastos sempre que as despesas superarem limites da lei; o corte de renúncias fiscais, com exceção do Simples e incentivos regionais; o enxugamento dos fundos públicos, para liberar receitas; e a desindexação do orçamento, dando liberdade ao Congresso para alocação dos recursos.

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