Prudente se agiganta politicamente e causa ciúmes em muita gente

Rafael Prudente, atendendo as recomendações do governador Ibaneis Rocha (MDB), que se encontra licenciado, governou para as cidades, onde está o povo

Se o DF fosse um Estado, o jovem governador, em exercício, seria um municipalista por voltar um olhar para as regiões administrativas onde os administradores das cidades são seus verdadeiros prefeitos.

Nas últimas 96 horas que esteve no comando do GDF, Prudente destinou recursos de quase R$ 15 milhões para a manutenção das cidades; vistoriou o enorme canteiro de obras tocados por Ibaneis por todo o Distrito Federal; assinou decretos e acompanhou o aceleramento da vacinação, dando garantias que até setembro a população acima de 18 anos estará vacinada contra covid.

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Prudente também destinou o reforço de R$10 milhões para a capacitação do Renova-DF, programa voltado aos pequenos aprendizes que atuam em Ceilândia; determinou a liberação urgente pela Terracap, de uma área para a construção de 1.500 moradias e fechou a semana ao assinar a lei que moderniza a carreira de Assistência Pública da Secretaria de Saúde do DF, beneficiando milhares de servidores.

Hoje, domingo (18), o presidente da CLDF entrega o bastão do GDF ao vice-governador Paco Brito (Avante).

A meteórica passagem de Rafael Prudente pelo comando do Buriti, jogou luz ao deputado distrital e presidente do MDB-DF.

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Antes de virar governador, o noticiário político de bastidores se encarregava de apontá-lo apenas como pré-candidato a deputado federal nas eleições do próximo ano.

Agora a história muda.

Estaria Prudente sendo preparado para ser o vice de Ibaneis na futura chapa da reeleição, caso o chefe do Executivo resolva mudar realmente de partido? Pode ser.

Em apenas quatro dias, Prudente se agigantou como político e como gestor.

Causou ciúmes em notórias figuras da política brasiliense por sair grande demais em quatro dias de gestão. E nem precisa citar os nomes dos amuados.

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Informações do RADAR/DF

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