Segunda onda da pandemia preocupa comerciantes e varejistas

Caso segunda onda da pandemia aconteça, Paulo Guedes pretende continuar com auxílio emergencial

Chegando a reta final de 2020, comerciantes e varejistas começam a se preocupar com possível segunda onda e afirmam precisar de um imunizante contra o coronavírus urgente, o setor estava se reerguendo nos últimos meses, segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Paulo Guedes pretende continuar com auxilio emergencial caso segunda onda aconteça.

Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), reconhece que atitude do ministro da economia é importante, “O anúncio ajuda a dissipar as incertezas” afirma.

A CNI propôs que o tempo de pagamento de créditos para micro, pequenas e médias empresas fossem ampliados, e segundo Fábio Bentes, o comércio ainda não se recuperou totalmente e passa por período “vegetativo”, pois o aumento previsto nas vendas até o natal é de apenas 2% em comparação ao ano passado.

“O varejo se adaptou, ampliou o comércio eletrônico e encontrou algumas saídas. Os serviços, no entanto — hotelaria e turismo, por exemplo — ainda amargam queda de 50% em relação ao período pré-pandemia.” disse o economista.

As atitudes tomadas pelos comerciantes, foram recorrer para linhas de créditos e pagar os funcionários, negociação com fornecedores para conseguir bancar com o preço dos produtos, e nesse momento o maior medo é que aconteça um próximo lockdown.

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