Vacinação em 2021. Ajustes já estão sendo feitos pelo Ministério da Saúde

A campanha de vacinação irá priorizar idosos, pessoas com doenças crônicas e servidores da área da saúde

O Governo brasileiro juntamente com o Ministério da Saúde, pretende ajustar a campanha de vacinação para que aconteça ainda no primeiro semestre de 2021, abastecidos com 140 milhões de vacinas, até o momento esse é o número combinado, porém até o final do ano a previsão é de que 300 milhões de imunizações estejam disponíveis.

Até o momento não existe comprovações de que a vacina é totalmente eficiente e que os anticorpos combatam o vírus com eficácia, talvez seja necessário mais de uma dose para que a imunização total aconteça, hoje o Brasil contabiliza um pouco mais 209 milhões de habitantes.

A vacina não será obrigatória e irá priorizar idosos com mais de 80 anos, pessoas com algum tipo de doença crônica, e trabalhadores da área da saúde. Um cadastro será feito a partir do CPF de cada pessoa para que o governo tenha controle de quem já foi imunizado.

Estudos da Vacina

O governo não tem a intenção de comprar a vacina produzida na china, porém o Ministério da Saúde está acompanhando todos os passos e analisa os efeitos da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan juntamente com o laboratorio Sinovac.

A Ansiva paralisou os estudos após um dos pacientes que fazia parte dos testes e receber a dose da vacina e morrer, porém foi constatado que a causa do falecimento foi suicídio. Essa informação foi confirmada pelo diretor-presidente da Anvisa, ao ser questionado pela morte do voluntário, ele afirma que as vacinas entram em análise e que a agência acompanha todos os processos.

“Qualquer chegada de material [no Brasil] será verificada como sempre foi. Tudo transcorre dentro da normalidade para nós” disse Barra Torres.

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